Dor crônica pode garantir aposentadoria antecipada: especialistas alertam para direitos pouco conhecidos

by suporte

Muitas pessoas convivem diariamente com dores no ombro, coluna, joelhos ou quadril sem imaginar que essa condição pode ir além de um problema de saúde. Em alguns casos, a dor crônica pode garantir o direito à aposentadoria antecipada por deficiência, prevista na Lei Complementar 142/2013.

Na Clínica São Francisco de Assis, pacientes encontram atendimento especializado em traumatologia, ortopedia, fisiatria, gastroenterologia e endoscopia, além da realização de perícias médicas voltadas à aposentadoria e tratamentos específicos relacionados a essas doenças.

Segundo especialistas, a legislação brasileira assegura aposentadoria à pessoa com deficiência, incluindo trabalhadores que apresentam limitações permanentes causadas por doenças físicas, neurológicas ou psiquiátricas. A dor crônica pode ser considerada um fator importante nesse processo, desde que seja comprovado que ela reduz a capacidade laboral e dificulta a reabilitação profissional.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) realiza a avaliação por meio de perícia médica, analisando exames, laudos, atestados e o histórico clínico do paciente. Não é necessário estar totalmente incapacitado para trabalhar. Mesmo pessoas que continuam exercendo suas atividades podem ter direito ao benefício, desde que exista redução funcional permanente.

Entre os casos mais comuns estão sequelas de acidentes, hérnia de disco, artrose, tendinites, bursites, lesões por esforço repetitivo e limitações decorrentes de cirurgias. Muitas vezes, o trabalhador continua ativo, mas já percebe queda no rendimento, dificuldades físicas e dores constantes durante a rotina profissional.

“Muita gente acredita que só consegue aposentadoria quem não consegue mais trabalhar. Mas a legislação também protege quem continua trabalhando com limitações permanentes”, destacam especialistas da área.

A orientação médica adequada e a realização de perícias especializadas são fundamentais para identificar o grau da limitação e reunir a documentação necessária para avaliação junto ao INSS.

Para quem convive com dores persistentes há anos, mesmo após tratamentos e sessões de fisioterapia, buscar orientação especializada pode ser o primeiro passo para garantir direitos previdenciários e melhorar a qualidade de vida.

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